Jaqueline Ákila

SOBRE MEU QUINTAL

 

Olá, eu sou Jaqueline, vou falar um pouco sobre o meu quintal.

Meu pai está comprando uma casa na Morada do Rio, na beira da linha, onde eu moro junto com minha família. E esta casa tem quintal na área da frente e na área de trás, então vamos lá?

No quintal, na área da frente, meu pai resolveu fazer uma horta e nessa horta tem vários pés de plantas, tipo pé de tomate, pé de cebolinha, pé de alface, pé de couve, pé de almeirão, pé de mostarda, pé de jiló, pé de mamão, pé de hortelã, etc…

Na área de trás meu pai resolveu fazer um fogão a lenha e uma horta também, e bem abaixo desse quintal tem um barranco que meu pai fez de horta e fez um galinheiro debaixo de uma escada que tem lá. Nessa área detrás que tem horta, tem pé de mandioca e de outras verduras.

E o que nós podemos aproveitar disso? É que meu pai vende as verduras de folha dele por dois reais. É bom que nos ajuda muito!

 

TREM

 

Sobre a linha do trem na frente da minha casa não tenho muita história, mas posso falar da linha do trem onde brinquei quase a minha infância inteira, que é lá em Ipatinga, Coronel Fabriciano, no bairro Alegre.

Minha vó mora na beira da linha, só que tem a casa dela e um barranco enorme. Descendo o barranco se chega na linha do trem, onde eu brincava todos os dias com meus primos e minhas irmãs. Nós íamos para a beira da linha e brincávamos lá quase o dia inteiro, ficávamos catando umas bolinhas de minério e enchendo os litros. Apostávamos corrida para ver quem conseguia passar o trem. Passamos bons momentos, brincando, pulando de pedras em pedras, fazíamos foguinhos tacando pedras na parte de ferro da linha e assim foi…

Os anos se passaram, crescemos e nos separamos, nos mudamos para longe uns dos outros, hoje somos todos jovens, rs. Foi uma época boa, sinto saudades.

 

RIO

 

O Rio das Velhas passa atrás da minha casa, mas não tenho muito o que falar porque não tenho histórias sobre o Rio das Velhas. Moro aqui em Santa Luzia faz um ano e meio, por aí.

Vou falar do rio onde eu morava, no estado do Espírito Santo, na cidade de São Mateus. Eu, juntamente com a minha família, morávamos em uma casa na beira do rio. Na beira do rio era cheio de capivara, pato do mato, se bestar lá tinha até onça. Neste rio, na época do calor, dávamos uma molhada e até mesmo, quando o cano de casa estourava e não tinha água na caixa, nós tomávamos banho no rio e fazíamos comida com água da mina (nascente).

E nós trabalhávamos muito na roça com as plantações, com a colheita e etc... Era muito cansativo. Às vezes sinto falta de um cantinho de roça, um ar livre, puro e natural. Eu gosto de um lugar sossegado de vez em quando, para descansar a mente e ter contato com a natureza.